O sistema que vai cuidar da loja com você.
Um lugar só para atender no balcão, avaliar as peças que chegam, controlar o estoque e enxergar quanto a loja realmente ganha. Esta apresentação mostra, etapa por etapa, como isso vai aparecer na sua tela e como muda o seu dia.
O que vamos construir
Brechó não é loja comum: cada peça é única, e a loja compra a peça na hora, com dinheiro do próprio caixa. Nenhum sistema de varejo pronto entende isso. O seu vai nascer entendendo.
O balcão
Vender, comprar peças de quem chega com uma sacola e fazer troca, tudo na mesma tela, sem escolher antes o que é. Com o caixa do dia aberto e o saldo sempre à vista.
O estoque
Cada peça com código, foto, tamanho, marca e etiqueta. Você sabe o que entrou, o que saiu, o que está parado há tempo demais e quanto a loja pagou por cada peça.
Os números
Quanto entrou e quanto saiu do caixa, o que a loja ganhou de verdade em cada peça e quais categorias e marcas dão mais lucro. Sem planilha paralela.
O que muda em relação ao caderno e à planilha
Um dia na loja
A forma mais rápida de entender o sistema é atravessar um dia comum de atendimento com ele ligado.
Abrir o caixa
Quem chega primeiro informa quanto tem de dinheiro na gaveta e abre o caixa do dia. É um caixa só, da loja, e todo mundo que trabalhar hoje vai operar sobre ele. Sem isso, o balcão não deixa iniciar atendimento.
Uma cliente leva duas peças
Passa o código da etiqueta, as peças aparecem na tela e o total já sai calculado. Ela paga metade no Pix e metade em dinheiro. O sistema divide, calcula o troco e fecha. As peças saem do estoque na mesma hora.
Alguém chega com uma sacola
Peça por peça: categoria, marca, estado, uma foto. O sistema sugere quanto pagar e por quanto revender. Duas peças são aceitas e uma é recusada. A recusa fica anotada com o motivo, para você saber depois o que a loja está deixando passar.
A troca fecha a favor da loja
A mesma pessoa aproveita e escolhe três peças da arara. O que ela trouxe vale R$ 150,00 e o que ela leva soma R$ 259,00, então ela completa R$ 109,00 e sai com as peças. A loja renovou o estoque e ainda recebeu dinheiro no caixa.
o atendimento inteiro levou 18 minutosFechar o caixa
Conta-se o dinheiro da gaveta e o sistema compara com o que deveria ter. Bateu, fecha. Não bateu, ele mostra a diferença e pede uma explicação, que fica registrada junto com quem trabalhou no período.
Quem entra e o que cada um vê
Antes de qualquer tela de venda, o sistema precisa saber quem é quem. É o que permite o dono de loja abrir o mesmo sistema e enxergar coisas diferentes do avaliador que está atendendo.
A peça chega na loja
É aqui que a loja arrisca dinheiro. Pagar demais por uma peça só aparece na conta três meses depois, quando ela ainda está na arara. Esta etapa existe para que a avaliação pare de depender de quem está no balcão naquele dia.
Como a avaliação funciona
Três valores, não um. Quanto revender, quanto pagar em dinheiro e quanto a peça vale se a pessoa preferir levar outra peça em vez de dinheiro. Hoje os dois últimos são iguais. Se um dia você quiser dar um pouco mais de vale do que de dinheiro para incentivar a troca, basta ajustar: o sistema já nasce com esse espaço.
O estoque que aparece depois
Peça aceita vira ficha, ganha um código curto do tipo #C088, fácil de ler em voz alta, e entra na arara. A partir daí, tudo o que acontece com ela fica na linha do tempo dela.
Como a peça é da loja, ela pode ficar exposta o tempo que você quiser, e é justamente por isso que peça parada vira o número a acompanhar. As etiquetas roxas de “pagou” não existem na tela do avaliador.
O balcão
Venda, compra e troca não são três telas. São uma só, com dois lados: o que a pessoa está trazendo e o que ela está levando. O sistema descobre sozinho que tipo de atendimento foi aquele.
Por que assim: na vida real a pessoa chega com uma sacola e só depois vai olhar a arara. Obrigar o avaliador a declarar “isto vai ser uma troca” no primeiro segundo é obrigar a adivinhar o final, e recomeçar quando erra. Aqui o atendimento simplesmente acontece, e o saldo aparece no fim.
Atendimento #1042
em andamento 2 atendimentos abertos na lojaNa hora de fechar o dinheiro
Acima do limite do avaliador
Saída de R$ 340,00 para comprar as peças. O limite de quem está atendendo é R$ 200,00, então o dono de loja precisa liberar.
Liberado por Senha ••••••••Não é um aviso, é uma trava. Não existe “seguir mesmo assim”. Quem libera digita a própria senha ali na hora, e fica registrado quem atendia, quem liberou e por qual valor. Se o dono de loja preferir não liberar, cancelar devolve o atendimento intacto para ajustar o valor.
O caixa do dia
Caixa da Loja Centro
aberto desde 09:12 no balcão hoje: Ana Paula · Júlia · Rafa Retirar dinheiro Colocar dinheiro Fechar caixaUm caixa por loja, não por pessoa. A loja tem uma gaveta de dinheiro só, e o sistema descreve o que existe. Cada movimentação guarda quem lançou, e retiradas feitas pelo avaliador ficam marcadas até o dono de loja conferir.
O dinheiro da loja
Com o balcão rodando, o sistema já tem tudo o que precisa para responder a pergunta que interessa: a loja está ganhando dinheiro, e em quê.
Entrou e saiu
Por dia, semana ou mês, com o dinheiro gasto comprando peças separado do resto, porque é uma saída de tipo diferente.
A pagar e a receber
Aluguel, fornecedor, o que vence esta semana. Uma lista só, com vencimento e situação.
Quanto sobrou
O ganho real de cada peça, do que a loja pagou até o que a loja recebeu, somado por categoria, marca e período.
A barra verde é o que entrou. A roxa é o que a loja desembolsou comprando peças. Ver as duas juntas é o que mostra se a loja está comprando no ritmo certo: comprar demais numa semana fraca aperta o caixa mesmo com boas peças na arara.
| Categoria | Vendidas | A loja pagou | A loja recebeu | Sobrou |
|---|---|---|---|---|
| Vestidos | 42 | R$ 1.180 | R$ 3.940 | 70,0% |
| Bolsas e acessórios | 21 | R$ 940 | R$ 2.760 | 65,9% |
| Calças | 38 | R$ 1.010 | R$ 2.480 | 59,3% |
| Blusas e camisas | 51 | R$ 890 | R$ 2.010 | 55,7% |
| Calçados | 16 | R$ 620 | R$ 1.290 | 51,9% |
Esta é a tabela que hoje não existe. Ela responde perguntas que mudam a compra da semana seguinte. Vale a pena continuar aceitando calçado? Bolsa gira devagar mas paga bem, será que a loja deveria pagar mais por bolsa boa?
Enxergar o negócio
Depois de alguns meses de operação, o sistema acumula algo que hoje ninguém tem: o histórico de tudo o que foi avaliado, comprado e vendido. Esta etapa transforma isso em decisão.
| Critério | Situação da peça | Quanto pesa hoje | Pode ajustar entre |
|---|---|---|---|
| Estado de conservação | Nova com etiqueta | 1,00 | 0,90 a 1,10 |
| Seminova | 0,78 | 0,70 a 0,85 | |
| Boa | 0,60 | 0,52 a 0,68 | |
| Faixa de marca | Premium | 1,35 | 1,20 a 1,50 |
| Intermediária | 1,00 | 0,90 a 1,10 | |
| Vale em troca | quanto o vale rende a mais que o dinheiro | 1,00 | 1,00 a 1,30 |
Mexer num critério muda o preço de compra de tudo o que entrar depois. Ver o efeito sobre peças reais antes de salvar é o que separa calibrar de adivinhar, e evita descobrir o erro só no fechamento do mês.
Espaço para crescer
Nada aqui é urgente hoje. Está listado porque o sistema já vai nascer preparado: o dia em que a loja precisar de qualquer um desses itens, é ligar, não refazer.
Mais de uma unidade
Cada loja com o próprio estoque, o próprio caixa e a própria equipe, e uma visão comparando as duas. Peça pode ser transferida de uma para a outra, com o controle de quem enviou e quem recebeu.
Novos perfis de acesso
Um nível de gerente entre o dono de loja e o avaliador, ou alguém que cuide só do financeiro sem atender. Hoje seriam perfis vazios. Entram quando existir gente para ocupá-los.
Comprovante impresso
O comprovante já nasce como uma página pronta, enviada por e-mail. Colocar uma impressora depois é acrescentar um botão, não mudar o atendimento.
Nota fiscal
Não entra agora, e o fechamento da venda foi desenhado para não depender disso. Se um dia for necessário, encaixa como um serviço a mais, sem mexer no balcão.
Nossos combinados
As decisões que já estão de pé e que moldam tudo o que você viu acima. Se alguma delas não descreve a sua loja, é a hora de dizer. Mudar agora é conversa, mudar depois é obra.
Quando a peça entra, ela passa a ser da loja. Não fica saldo a acertar com ninguém depois, nem prazo para devolver o que não vendeu. Em troca, quem assume o risco de pagar demais é a loja, e é por isso que a avaliação tem tanto peso no projeto.
Não existe vale guardado nem carteira de crédito. O que a pessoa trouxe abate o que ela está levando, ali mesmo. Se faltar, ela completa a diferença, que é o caso mais comum. Se sobrar a favor dela, a loja paga o que resta. O atendimento sempre termina zerado.
Ninguém precisa apertar “venda”, “compra” ou “troca” antes de começar. Coloca-se o que entra de um lado e o que sai do outro, e o sistema entende o que foi aquilo e mostra quem paga quem.
A loja tem uma gaveta de dinheiro, então o sistema tem um caixa. Abre uma vez, todo mundo opera nele, fecha uma vez. Cada lançamento guarda quem fez, e é daí que vem a responsabilidade individual, não de caixas separados.
O dono de loja define quanto o avaliador pode desembolsar sem consultar ninguém. Acima disso a operação trava, e só segue com o dono de loja ou o administrador digitando a própria senha ali na hora. Vale tanto para comprar peça quanto para a diferença de uma troca.
Quanto a loja pagou por uma peça e quanto ela deu de lucro não aparecem para o avaliador, em nenhuma tela, nem na ficha de uma peça que ele mesmo avaliou.
Fica na lista, riscada, com o motivo da recusa. Não entra no estoque, mas vira informação: com o tempo, é o que mostra se a loja está deixando passar peça boa.
Não há política de devolução, prática usual em brechó. Isso é diferente de cancelar um atendimento lançado errado, que continua existindo e é liberado só para o dono de loja e o administrador.
Um link enviado por e-mail. Na troca é um documento só, com os dois lados, porque o saldo só faz sentido vendo o que entrou e o que saiu junto.
Os dois de verdade. No tablet em pé, os dois lados do atendimento se empilham e o saldo vira uma barra fixa na parte de baixo. O número que decide o atendimento nunca some da tela.
O que precisamos de você agora
Ler pensando no seu balcão: onde essa sequência bate com o que você faz e onde ela força alguma coisa. Especialmente os combinados acima, que são a base sobre a qual tudo é construído.